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tainha chilena
Hugo Rubilar veio de longe e encontrou, na Lagoa da Conceição, o lugar onde o peito enfim respira sem esforço. Nasceu no Chile, aprendeu a viver na Europa e reinventou-se no Brasil. Desde então, pinta a vida como quem devolve o ar que ganhou um dia A TRAJETÓRIA Desde o primeiro momento em que cheguei em Florianópolis, sempre soube que moraria aqui. A Lagoa da Conceição me acolheu há 35 anos e, hoje, me sinto nativo. Na verdade, me sinto uma tainha de Floripa. Cada vez que sai


samba da antonieta
um sonho palpável Por Pedro Areas Era um mês de novembro, desses quentes em demasia. Eu retornava da Cidade Maravilhosa para a Ilha da Magia em um daqueles voos promocionais, apertados, de antes do galo cantar. Era um sábado de mais uma exaustiva semana. Em menos de dez minutos, peguei num sono profundo, de roncar. De súbito, estava numa roda de samba com alguns bambas da pesada, em um boteco do subúrbio carioca, como se fazia antigamente. A mesa era uma porta de madeira desc


entre peles, paisagens e canções
Por vezes em inglês, por vezes em português. Sozinha no quarto ou diante do mar, entre Floripa e São Paulo. Flora Cruz canta o que sente. Com voz suave e presença forte, ela transita entre a calmaria da orla de Santo Antônio de Lisboa e a pulsação dos festivais, compondo melodias que carregam tanto sua herança quanto seu presente. Nesta conversa, ela compartilha as origens, os palcos e os sonhos que florescem agora.


aquarela silvestre
Nesta edição de primavera, escolhemos, como Arte Colecionável, o trabalho delicado e potente de Jhasuá Rodrigues. Seu traço em aquarela traduz, como poucos, a fauna e a flora de Florianópolis, conversando com esta estação: um tempo de cores, de renovação e de encantamento.
A seguir, a artista compartilha, em suas próprias palavras, um relato sobre sua trajetória, inspirações e o processo que dá vida à sua arte.


na costura do tempo
Os jeans da Krieger não são apenas roupas: são companheiros de vida. As peças RAW e Selvedge, feitas com algodão rígido 100%, têm personalidade. São como cavalos chucros que precisam ser domados até se moldarem ao corpo do dono. Com o tempo, ganham marcas, memórias e uma beleza que só o uso pode esculpir. Em um setor onde a degradação da cadeia produtiva se tornou regra, a marca nasceu com o compromisso de apoiar e valorizar os artesãos que ainda resistem.


tinta, asfalto e mar
Don Braga, surfista e tatuador de mão cheia, carrega não apenas tintas, mas histórias inquietas que o movem entre o renascimento europeu e a rebeldia do skate old school. Para a segunda edição do OFFLINE, ele assinou a arte colecionável, trazendo um pouco dessa mistura rara entre tradição e contracultura para nossas páginas


música que respira junto à cidade
A OCI (como carinhosamente é chamada) vem trilhando um caminho particular dentro do cenário musical brasileiro. Durante esta trajetória, desafiou rótulos, misturou tradição à experimentação e apostou na força do coletivo. Com 11 músicos e sem maestro, a OCI funciona como um organismo vivo. “É como se os corações batessem no mesmo ritmo. A gente se escuta de verdade. A energia é construída no olhar, no gesto, na respiração”.


altus peixinho
“Em 29 de janeiro de 2024, um domingo, começamos uma das semanas de pescaria mais épicas que já vivemos em Floripa. Sem horário de verão,...
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