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tainha chilena
Hugo Rubilar veio de longe e encontrou, na Lagoa da Conceição, o lugar onde o peito enfim respira sem esforço. Nasceu no Chile, aprendeu a viver na Europa e reinventou-se no Brasil. Desde então, pinta a vida como quem devolve o ar que ganhou um dia A TRAJETÓRIA Desde o primeiro momento em que cheguei em Florianópolis, sempre soube que moraria aqui. A Lagoa da Conceição me acolheu há 35 anos e, hoje, me sinto nativo. Na verdade, me sinto uma tainha de Floripa. Cada vez que sai


entre peles, paisagens e canções
Por vezes em inglês, por vezes em português. Sozinha no quarto ou diante do mar, entre Floripa e São Paulo. Flora Cruz canta o que sente. Com voz suave e presença forte, ela transita entre a calmaria da orla de Santo Antônio de Lisboa e a pulsação dos festivais, compondo melodias que carregam tanto sua herança quanto seu presente. Nesta conversa, ela compartilha as origens, os palcos e os sonhos que florescem agora.


aquarela silvestre
Nesta edição de primavera, escolhemos, como Arte Colecionável, o trabalho delicado e potente de Jhasuá Rodrigues. Seu traço em aquarela traduz, como poucos, a fauna e a flora de Florianópolis, conversando com esta estação: um tempo de cores, de renovação e de encantamento.
A seguir, a artista compartilha, em suas próprias palavras, um relato sobre sua trajetória, inspirações e o processo que dá vida à sua arte.


Moriel Costa: o som que vem do invisível
Moriel é mais do que o vocalista da banda mais querida de Florianópolis, é o tradutor da ilha. O encontro com Moriel aconteceu na Ponta das Almas. Ele chegou como quem já faz parte do cenário: sorriso aberto, pele dourada de quem acabou de sair do mar, olhar atento e aquela energia boa que todos sentem de longe. Saímos de lá com muito mais que suas palavras, o que Moriel nos deu foi imagens, sensações, silêncios que falam.
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