do Ironman ao negócio
nasce um novo ecossistema de cannabis medicinal
Foi em um Ironman Brasil que Fernando Paternostro e Rodrigo Dantas se encontraram. O esporte fez a conexão, mas foi uma percepção de negócio que transformou o encontro em sociedade. Agora, os dois formalizam uma holding que reúne sete frentes dedicadas à cannabis medicinal
Paternostro chega à sociedade com o Atleta Cannabis e oito anos de experiência no setor, acompanhando de perto pacientes, atletas, médicos e empresas. Dantas soma experiência em construção e crescimento de negócios nos setores de tecnologia e marketing. “Eu conheço profundamente essa comunidade porque vivi essa jornada como paciente, atleta e empreendedor. O Rodrigo traz uma capacidade muito forte de aquisição, crescimento e construção de negócios. Percebemos que essas duas experiências juntas poderiam dar origem a algo muito maior”, resume Paternostro.
OITO ANOS DE PISTA ATÉ AQUI
O Atleta Cannabis nasceu como diário de bordo de Paternostro, paciente de cannabis medicinal, quando ele ainda começava no triatlo, há oito anos. O relato pessoal virou comunidade e aproximou atletas, pacientes, familiares, profissionais de saúde e empresas em torno do tema. Com 14 provas de meio Ironman, três Ironmans completos e o título de Warrior 2025, Paternostro transformou o esporte em uma das plataformas de comunicação do movimento, sempre estabelecendo uma fronteira entre experiência pessoal e medicina. “Trabalho próximo de médicos e profissionais de saúde e me apoio na ciência para falar sobre cannabis. Mas faço questão de deixar claro: não sou médico, não sou prescritor e o Atleta Cannabis não é clínica.” Ao longo desses oito anos, a comunidade permitiu também identificar dúvidas e dificuldades que se repetem na jornada de quem busca tratamento. Esse conhecimento acumulado agora se torna um dos ativos da nova estrutura.
DOIS MUNDOS QUE SE COMPLEMENTAM

Dantas chega ao projeto focado em desenvolvimento de negócios, aquisição e crescimento. Sua trajetória passa pela construção de empresas nos setores de tecnologia e marketing, além da criação de comunidades empresariais. Para os sócios, é justamente essa complementaridade que sustenta o novo projeto: um conhece profundamente o consumidor, a comunidade e o mercado de cannabis medicinal; o outro conhece aquisição, crescimento, tecnologia e construção de negócios.
“Não estamos apenas dando um passo adiante no Atleta Cannabis. Estamos usando o conhecimento acumulado nesses oito anos como ponto de partida para construir algo novo e com potencial de escala”, afirma Dantas. Ele também defende ampliar a discussão sobre cannabis medicinal acompanhando pesquisas e possibilidades relacionadas à qualidade de vida, sempre dentro das evidências científicas disponíveis e do acompanhamento profissional adequado.
O SALTO: SETE NEGÓCIOS, UM ECOSSISTEMA
Dantas e Paternostro formalizam uma holding que passa a reunir sete frentes de atuação, conectando negócios, saúde, informação, acesso ao tratamento e tecnologia:
uma operação comercial ligada ao mercado de produtos importados; uma marca própria; um projeto de manipulação e produção local em estruturação e análise regulatória; soluções jurídicas relacionadas ao acesso ao tratamento; a comunidade editorial Atleta Cannabis; uma marca voltada ao público feminino; e uma plataforma tecnológica para integrar diferentes etapas da jornada do paciente. “Não são sete empresas simplesmente colocadas debaixo da holding. A comunidade gera informação, confiança e relacionamento, a tecnologia organiza a jornada e as outras unidades atuam em pontos específicos dessa cadeia”, explica Dantas.
UM MERCADO DE QUASE R$ 1 BILHÃO

Os números ajudam a explicar o movimento. Dados da Anvisa mostram que mais de 600 mil autorizações de importação foram concedidas entre 2015 e 2025, sendo mais de 190 mil somente em 2025.
Em uma visão mais ampla do mercado, o Anuário da Cannabis Medicinal 2025, da Kaya Mind, estima 873 mil pacientes no Brasil e um setor que movimentou aproximadamente R$ 971 milhões no ano. Para os fundadores, porém, a oportunidade não está apenas no crescimento, mas em uma jornada que ainda é fragmentada entre informação, consulta, prescrição, documentação, produto e acompanhamento.
A holding também começa a estruturar uma rodada de captação para atrair investidores e sócios estratégicos para suas diferentes unidades de negócio.
COMUNIDADE E NEGÓCIO, DOIS MOVIMENTOS
Se o Atleta Cannabis continua como espaço de conteúdo, educação e comunidade, a holding nasce para transformar problemas identificados ao longo desses oito anos em produtos, serviços e tecnologia. Com base em Florianópolis e ambição nacional, os fundadores começam agora uma nova etapa.
O Ironman colocou os dois na mesma pista. A próxima corrida é transformar comunidade, conhecimento do consumidor e capacidade de crescimento em um novo ecossistema brasileiro de cannabis medicinal.
* Esta matéria tem caráter informativo e publicitário; não constitui oferta, convite ou recomendação de investimento.
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