top of page

do Ironman ao negócio

22 de set.
3 min de leitura

nasce um novo ecossistema de cannabis medicinal

Foi em um Ironman Brasil que Fernando Paternostro e Rodrigo Dantas se encontraram. O esporte fez a conexão, mas foi uma percepção de negócio que transformou o encontro em sociedade. Agora, os dois formalizam uma holding que reúne sete frentes dedicadas à cannabis medicinal


Paternostro chega à sociedade com o Atleta Cannabis e oito anos de experiência no setor, acompanhando de perto pacientes, atletas, médicos e empresas. Dantas soma experiência em construção e crescimento de negócios nos setores de tecnologia e marketing. “Eu conheço profundamente essa comunidade porque vivi essa jornada como paciente, atleta e empreendedor. O Rodrigo traz uma capacidade muito forte de aquisição, crescimento e construção de negócios. Percebemos que essas duas experiências juntas poderiam dar origem a algo muito maior”, resume Paternostro.


OITO ANOS DE PISTA ATÉ AQUI

O Atleta Cannabis nasceu como diário de bordo de Paternostro, paciente de cannabis medicinal, quando ele ainda começava no triatlo, há oito anos. O relato pessoal virou comunidade e aproximou atletas, pacientes, familiares, profissionais de saúde e empresas em torno do tema. Com 14 provas de meio Ironman, três Ironmans completos e o título de Warrior 2025, Paternostro transformou o esporte em uma das plataformas de comunicação do movimento, sempre estabelecendo uma fronteira entre experiência pessoal e medicina. “Trabalho próximo de médicos e profissionais de saúde e me apoio na ciência para falar sobre cannabis. Mas faço questão de deixar claro: não sou médico, não sou prescritor e o Atleta Cannabis não é clínica.” Ao longo desses oito anos, a comunidade permitiu também identificar dúvidas e dificuldades que se repetem na jornada de quem busca tratamento. Esse conhecimento acumulado agora se torna um dos ativos da nova estrutura.

DOIS MUNDOS QUE SE COMPLEMENTAM

Fonte: divulgação Atleta Cannabis
Fonte: divulgação Atleta Cannabis

Dantas chega ao projeto focado em desenvolvimento de negócios, aquisição e crescimento. Sua trajetória passa pela construção de empresas nos setores de tecnologia e marketing, além da criação de comunidades empresariais. Para os sócios, é justamente essa complementaridade que sustenta o novo projeto: um conhece profundamente o consumidor, a comunidade e o mercado de cannabis medicinal; o outro conhece aquisição, crescimento, tecnologia e construção de negócios.


“Não estamos apenas dando um passo adiante no Atleta Cannabis. Estamos usando o conhecimento acumulado nesses oito anos como ponto de partida para construir algo novo e com potencial de escala”, afirma Dantas. Ele também defende ampliar a discussão sobre cannabis medicinal acompanhando pesquisas e possibilidades relacionadas à qualidade de vida, sempre dentro das evidências científicas disponíveis e do acompanhamento profissional adequado.


O SALTO: SETE NEGÓCIOS, UM ECOSSISTEMA

Dantas e Paternostro formalizam uma holding que passa a reunir sete frentes de atuação, conectando negócios, saúde, informação, acesso ao tratamento e tecnologia:

uma operação comercial ligada ao mercado de produtos importados; uma marca própria; um projeto de manipulação e produção local em estruturação e análise regulatória; soluções jurídicas relacionadas ao acesso ao tratamento; a comunidade editorial Atleta Cannabis; uma marca voltada ao público feminino; e uma plataforma tecnológica para integrar diferentes etapas da jornada do paciente. “Não são sete empresas simplesmente colocadas debaixo da holding. A comunidade gera informação, confiança e relacionamento, a tecnologia organiza a jornada e as outras unidades atuam em pontos específicos dessa cadeia”, explica Dantas.


UM MERCADO DE QUASE R$ 1 BILHÃO

Fonte: Huan Gomes
Fonte: Huan Gomes

Os números ajudam a explicar o movimento. Dados da Anvisa mostram que mais de 600 mil autorizações de importação foram concedidas entre 2015 e 2025, sendo mais de 190 mil somente em 2025.


Em uma visão mais ampla do mercado, o Anuário da Cannabis Medicinal 2025, da Kaya Mind, estima 873 mil pacientes no Brasil e um setor que movimentou aproximadamente R$ 971 milhões no ano. Para os fundadores, porém, a oportunidade não está apenas no crescimento, mas em uma jornada que ainda é fragmentada entre informação, consulta, prescrição, documentação, produto e acompanhamento.


A holding também começa a estruturar uma rodada de captação para atrair investidores e sócios estratégicos para suas diferentes unidades de negócio.


COMUNIDADE E NEGÓCIO, DOIS MOVIMENTOS

Se o Atleta Cannabis continua como espaço de conteúdo, educação e comunidade, a holding nasce para transformar problemas identificados ao longo desses oito anos em produtos, serviços e tecnologia. Com base em Florianópolis e ambição nacional, os fundadores começam agora uma nova etapa.


O Ironman colocou os dois na mesma pista. A próxima corrida é transformar comunidade, conhecimento do consumidor e capacidade de crescimento em um novo ecossistema brasileiro de cannabis medicinal.


* Esta matéria tem caráter informativo e publicitário; não constitui oferta, convite ou recomendação de investimento.

PARA CONHECER DE PERTO O MOVIMENTO acesse @atleta.cannabis, no Instagram.

bottom of page