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o outro lado da rede
Tem um som que quem já jogou tênis nunca esquece. Não é bem o baque da bola na raquete, é o instante antes dele, quando se ouve o som da quicada seca no chão, o corpo que se ajusta e a respiração desacelera por uma fração de segundo enquanto o resto do mundo simplesmente para de existir. Ali cabe uma vida inteira de gente diferente fazendo essencialmente a mesma coisa: tentando não deixar a bola cair Em Florianópolis esse som ecoa em lugares muito diferentes. Ecoa nas quadras
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