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o wellness como novo "third space" da vida contemporânea

  • 23 de jun.
  • 2 min de leitura
Por Mozart e Simonia Rodrigues

Fonte: divulgação
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O conceito de “third space” foi utilizado durante décadas para definir os espaços que ocupam o intervalo entre casa e trabalho. Cafés, clubes, livrarias, praças e bares exerciam uma função importante na dinâmica urbana por criarem ambientes de convivência, troca e construção de comunidade; eram lugares onde as pessoas permaneciam não por obrigação, mas por pertencimento.

Nos últimos anos, porém, a relação com esses espaços mudou profundamente, transformada pela digitalização e aceleração das rotinas, assim como a dissolução das fronteiras entre trabalho e vida pessoal – a casa deixou de representar exclusivamente descanso, o trabalho passou a ocupar também o tempo mental e a hiperconectividade reduziu drasticamente os momentos de presença, pausa e interação real.

Fonte: divulgação
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Nesse cenário, uma nova proposta de espaços começa a assumir um papel cultural cada vez mais relevante: os ambientes voltados ao bem-estar.


Os espaços dedicados à atividade física deixam, aos poucos, de ser ambientes exclusivamente funcionais e passam a operar como locais de convivência contemporânea, reunindo saúde, experiência, socialização, estética e qualidade de vida em uma mesma dinâmica.

Essa transformação acompanha uma mudança importante no próprio significado do fitness. Durante muito tempo, este universo foi construído sobre uma lógica de alta performance, produtividade física e resultado estético; o corpo era tratado quase como um projeto de eficiência. Hoje, no entanto, a conversa é outra. Temas como longevidade, recuperação, qualidade do sono e saúde mental passaram a ocupar um espaço central nas discussões sobre saúde, e é possível ver que entramos definitivamente na era do wellness.


O bem-estar deixa de estar associado apenas à intensidade e começa a ser entendido também como sustentabilidade física e emocional; isso altera completamente a forma como as pessoas se relacionam com os espaços de treino, e o exercício físico passa a fazer parte de uma experiência mais ampla. Nesse contexto, cresce também a valorização de ambientes capazes de oferecer algo cada vez mais raro no cotidiano urbano: a permanência. Os espaços de wellness mais relevantes da nova geração não se destacam apenas pela infraestrutura ou tecnologia, mas pela capacidade de criar atmosferas, vínculos. A arquitetura sensorial, a iluminação, os materiais, a acústica e até o ritmo desses ambientes começam a ser pensados para estimular uma experiência mais acolhedora. Em cidades como Florianópolis, onde a relação entre natureza, bem-estar e qualidade de vida faz parte da identidade local e influencia diretamente o comportamento das pessoas, esse movimento ganha ainda mais força.


Fonte: divulgação
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É dentro dessa transformação que surge a AVVA, a primeira wellness house do Brasil, nascendo com a proposta de integrar performance, recuperação, convivência e experiência em um mesmo ecossistema de bem-estar. Esse posicionamento, pioneiro dentro do mercado brasileiro, convoca a marca também a assumir a responsabilidade de liderar o que é uma mudança cultural – o surgimento desse tipo de espaço revela uma mudança mais profunda no comportamento contemporâneo.


De fato, as pessoas estão cada vez mais interessadas em ambientes que ofereçam não apenas funcionalidade, mas contexto; e o novo papel dos third spaces na vida urbana é criar lugares capazes de equilibrar saúde, presença e convivência em meio à velocidade do cotidiano.


Mozart e Simonia Rodrigues são os fundadores da AVVA. Juntos, compartilham a missão de inspirar uma vida mais saudável, equilibrada e consciente.
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